quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dia do Jazz é a 30 de abril


Texto de Francisca Ferreira e Cátia Correia
(4.º H – EB1 com JI de Santa Rita)

No Dia do Jazz, ficámos a conhecer uma personalidade a quem este género musical deve muito. Chama-se Louis Daniel Armstrong e nasceu a 4 de agosto de 1901, em Nova-Orleães, nos Estados Unidos da América.
Em jovem aprendeu a tocar vários instrumentos de sopro, mas foi na trompete que mais se destacou
Este músico foi muito famoso pelos seus concertos de Jazz ao vivo.
Nos anos 30, Armstrong esteve à frente de várias bandas, tal como os “Tiger Rag” e “Wild Man Blues”, entre tantas outras.
“What a Wonderful World” e “La Vie en Rose” são dois dos seus temas mais conhecidos.

Sabiam que há um dia do sorriso?


Texto de Rui Borges e Sandra Félix
(4.ºH – EB1 com JI de Santa Rita)

Marquem nas vossas agendas. O dia do sorriso é a 29 de abril e, nos dias que correm, é importante que seja assinalado. Sem ele não haveria alegria e tudo seria muito triste. É nas situações de crise que mais procuramos o humor para afastar os problemas. Com o humor, rimos para não chorarmos com as desgraças que acontecem no dia-a-dia.
O sorriso também é importante para exercitarmos os maxilares e os músculos faciais. Por isso, vamos todos mostrar o mais belo sorriso.

Hoje é Dia do Trabalhador




Texto de Vítor Francisco e Tiago Monteiro
(4.º H – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

No dia 1 de Maio, festeja-se o dia do trabalhador, um feriado nacional muito importante.
Em Portugal, só depois da Revolução dos Cravos, em 1974, é que passou a ser festejado.
É graças aos trabalhadores de Chicago, nos Estados Unidos da América, que este dia é festejado em quase todo o mundo. Tudo porque em 1886, em Chicago aconteceu a Revolta de Haymarket, uma manifestação que acabou da pior maneira, pois morreram muitos trabalhadores e polícias.
Antigamente a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado) não deixava o povo português fazer greves nem manifestações. Por isso, por cá não festejávamos o Dia do Trabalhador.
Este dia tem como finalidade lembrar que os trabalhadores têm direitos. Não nos podemos esquecer de que, tendo boas condições, quem trabalha vai produzir mais.

Que bom que é fazer escutismo




Texto de Rafael Santos e Diogo Pereira
(4.º H – EB1 com JI de Santa Rita)


O escutismo foi fundado em 1907 por Baden Powell, general inglês. Neste fim-de-semana, houve um acampamento de escuteiros a nível regional. O acampamento foi com todas as secções de todos os agrupamentos: lobitos, exploradores, pioneiros, caminheiros e chefes (dirigentes de todas as secções). Houve muitas atividades em que bandos, patrulhas e equipas se juntaram para celebrar os 80 anos do escutismo em Coimbra. Antes de começarmos as atividades iniciais, já depois do almoço, teve lugar a cerimónia de abertura, a que se seguiram atividades dinamizadas por exploradores, caminheiros, pioneiros e lobitos, que duraram até à hora do lanche. À noite, houve missa em que os escuteiros de Serpins e da Lousã se juntaram no coro para, algumas vezes, complementarem a missa com canções.
Ficámos a saber que o patrono mundial dos escuteiros foi São Jorge, que tem uma fotografia muito conhecida dele em cima de um cavalo. Conta a lenda que ele matou um dragão com uma só flecha. Assim demonstrou grande coragem e por isso é que é o patrono dos escuteiros em todo o mundo.
Já na manhã seguinte, fizemos outra grande atividade com 34 equipas, em que passámos uma ponte, jogámos à batalha naval, respondemos a perguntas sobre o escutismo e, por último, fizemos palavras cruzadas.
Aprendemos a fazer coisas novas, como um nó direito, que rodeia o símbolo dos escuteiros nas camisolas e bonés, entre outras coisas. A cerimónia de encerramento do acampamento também correu bem, com um longo discurso do chefe regional. Gostámos deste acampamento.

“Bandas em concerto” no Cineteatro da Lousã


No dia 28 de abril, decorreu um espetáculo no Cineteatro da Lousã, em que todas as turmas do 4.º ano das escolas do concelho participaram, cantando. Às 16:00, chegámos ao Cineteatro, para, em primeiro lugar, ensaiarmos. Depois foi a vez de interpretarmos com o Maestro Paulo Salgado e a Banda Filarmónica do Sr. dos Aflitos do Soutocico, a “Canção da Lousã”, “Cantigas da Rua” e “Carmina Burana”.
Porque esta experiência foi divertida, nós gostaríamos de a repetir.
Bruno Cancela e Mariana Lourenço
(4.ºH – EB1 com JI de Santa Rita)

Telma Monteiro, campeã europeia de judo


Telma Monteiro, neste momento, é a campeã europeia de judo e é, por isso, uma das atletas mais medalhadas de sempre. Nasceu a 27 de dezembro de 1985. Em Portugal, pelos resultados obtidos, é a melhor judoca de todos os tempos no setor feminino e uma das melhores em termos globais. Ela é campeã graças ao Rui Rosa, pois foi ele que a treinou. Telma Monteiro participou nos Jogos Olímpicos de Atenas (2004) e de Pequim (2008). Pratica judo desde que é criança. O judo é um desporto que surgiu no Japão, no ano de 1882, tal como conhecemos nos nossos dias.
Inoi Ferreira e Tiago Lopes

Victor Hugo, o autor de “O Corcunda de Notre Dame”


Victor Hugo nasceu em França, em 1802, e é um dos maiores escritores franceses de todos os tempos. Enquanto jovem, o escritor ganhou muitos prémios pelos seus poemas e peças. Hernâni, em 1830, considerou-o um dos grandes escritores do movimento romântico. O seu romance “Nossa Senhora de Paris” selou a sua reputação.
 Victor Hugo foi enviado para exílio em Guernsey, em 1851 e 1870, por causa da oposição a Napoleão III (1808-1873). Aí, escreveu a sua obra-prima, “Os Miseráveis”. O seu romance “Notre Dame de Paris” foi adaptado para o cinema, tendo resultado o filme “O Corcunda de Notre Dame”, em 1924. Já mais recentemente, também a Disney fez um filme de animação baseado no mesmo livro.

Inês Catarina Videira Neves 
e Hugo  Filipe Amaral  Santos  Priva

terça-feira, 8 de maio de 2012

Porque se festeja a Revolução dos Cravos?


Trabalho realizado pelos alunos do 4º D da E. B. 1 do Freixo

Um feriado é um dia em que não se trabalha, porque se comemora uma data ou acontecimento importante de um país ou de uma religião.
O feriado do 25 de Abril serve para lembrar as pessoas, que na madrugada do dia 25 de Abril de 1974 houve uma revolução, que nos conduziu à liberdade.
Desde 1926 que em Portugal vigorava uma ditadura militar, que em 1974 foi substituída por um novo regime político denominado democracia, que se mantém até aos dias de hoje.
A democracia é uma palavra de origem grega e que significa poder para o povo.
Até ao dia 25 de Abril de 1974, durante a ditadura, as pessoas não podiam escolher quem mandava, pois não havia eleições livres. Como as pessoas estavam descontentes havia necessidade de vigiar a população (PIDE). Quem se manifestava contra o governo era preso. A essas pessoas chamavam-se Presos Políticos.
Após a tomada de poder pela força os soldados saíram para as ruas e foram saudados pelo povo. Segundo contam, havia uma florista que ao ver passar os soldados resolveu colocar em cada espingarda (no cano da espingarda) um cravo vermelho. Por este facto esta revolução também ficou conhecida como Revolução dos Cravos.
Desde essa altura os cravos vermelhos são o símbolo da Liberdade.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O 25 de Abril de 1974



Texto coletivo 3º C (E.B.1 do Freixo)

Durante muitos anos vivemos numa ditadura. Nesse tempo, as pessoas tinham de fazer o que o governo mandava. As pessoas que não faziam o que o governo quisesse iam presas. Os homens eram obrigados a ir à guerra. No dia 25 de Abril de 1974 houve uma revolução preparada pelos militares, que obrigaram o governo a sair. Essa revolução ficou conhecida como “ A revolução dos cravos” porque não houve disparos de armas e o povo ofereceu cravos aos militares que os puseram nos canos das armas. Os cravos, desde então, são os símbolos da liberdade. A partir desse dia, passamos de uma ditadura para uma democracia. O 25 de Abril mudou a vida de todas as pessoas. Desde esse dia, o vinte e cinco de abril, passou a ser feriado nacional, por ser um dia importante para o nosso país.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

O Menino que Falava com as Estrelas (conto original)


Desenho de Cátia Ferreira

Há muito, muito tempo, numa altura em que havia oxigénio no espaço, um menino chamado Pedro passava muito do seu tempo a descobrir planetas e a conversar com as estrelas.
Certo dia, o rapaz ouviu um pedido de socorro que vinha da Terra. Aproximou-se do planeta e ficou a saber que os insetos precisavam de ajuda, pois estavam a desaparecer.
Além de conhecer a língua das estrelas, o Pedro também sabia comunicar com os insetos. Junto de um grupo de borboletas, fez a seguinte pergunta:
- O que se passa convosco? Porque me pediram ajuda?
- Os humanos andam a apanhar-nos a todas e a fazer experiências horríveis connosco – respondeu, soluçando, a Arco-Íris, uma bonita borboleta com as mais belas cores alguma vez vistas.
- Mas que tipo de experiências são essas? – perguntou o Pedro.
- Os homens querem o nosso ADN para saberem as nossas fraquezas. Também ouvimos dizer que querem misturar o nosso ADN com o dos humanos e assim permitir aos homens e mulheres voarem como nós.
- O quê?! Mas que estupidez! Vou impedi-los de fazerem tamanha barbaridade! – exclamou o Pedro.
E lá foi o rapaz, a alta velocidade, em direção a um laboratório subterrâneo, onde os humanos tinham feito reféns borboletas, abelhas, mosquitos, melgas, moscas e todo o tipo de insetos que existiam na Terra.
Furtivamente, o Pedro penetrou nas instalações da ADNInsectus, a empresa responsável pelas experiências. Pé ante pé, aproximou-se das jaulas onde estavam os insetos aprisionados e, uma por uma, abriu as portas das gaiolas. Instantaneame nte, o alarme disparou e, quando o Pedro soltava as joaninhas, ouviu-se o barulho do puxador central de acesso ao laboratório. Eram os cientistas que tinham ouvido a sirene.
O sistema de segurança começou logo a funcionar e todas as saídas ficaram bloqueadas.
- E agora, por onde saímos? – interrogou-se o Pedro.
Foi então que os insetos, com o seu sentido de orientação muito apurado, descobriram uma conduta por onde podiam escapar e foi desta maneira que todos conseguiram sair do laboratório da ADNInsectus.

Texto coletivo (4.º H – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Dia do Desenhador foi a 15 de abril


Matt Groening é o desenhador e autor dos Simpsons

No dia 15 de abril, comemora-se o dia do desenhador, porque foi nessa data, no ano de 1452, que nasceu o pintor Leonardo da Vinci.
A esse propósito, o jornal Trevim fez uma edição especial, alusiva ao Dia do Desenhador. Aqui deixamos o nome dos desenhadores que conhecemos: Carlos Sêco (o nosso professor!), Hergé (autor do Tintin), Joan Miró (pintor e escultor catalão), Vincent Van Gogh (pintor), Ziraldo (criador brasileiro do Menino Maluquinho) e Uderzo (autor de Astérix), entre muitos outros.
Desenhar é divertido porque podemos dar vida a objetos e plantas e também podemos criar a nossa própria personagem. Eu, quando for grande, quero ser desenhador e quantos mais desenhadores houver cá em Portugal, melhor.
Bruno Cancela e Vítor Francisco
(4.º B - EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A propósito do Dia Mundial da Voz: silêncio, que vai cantar Enrico Caruso!


Neste Dia Mundial da Voz, damos a conhecer mais um artista cuja voz valia ouro. Chamava-se Enrico Caruso. Tenor italiano nascido em 1873, cantou nas maiores casas de ópera da Europa e da América. Fez 290 gravações entre 1902 e 1920. Cantou durante 20 anos. Foi uma das vozes mais poderosas de sempre e um dos primeiros cantores a conhecer a fama internacional. Fez a sua voz ouvir-se numa grafonola. A primeira canção foi “L’Amico Francesco” e a sua atuação mais famosa foi em Fedro, em Milão (1898). Gravou alguns dos primeiros discos de ópera. Faleceu em 1921, aos 40 anos, vítima de uma infeção.
Rafael Santos e Diogo Gouveia
(EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Houve festa no Espinheiro

No dia 15 de abril, decorreu uma festa no Espinheiro, localidade que pertence ao concelho da Lousã e que fica perto do Cume. Houve muita música e animação e, a dada altura, até nos pediram para irmos dançar em cima de um palco. Pessoas de todas as idades marcaram presença nesta festa.
Na cabana das rifas, calhou-me uma carteira preta e à minha colega Cátia saíram-lhe três canecas e duas taças. E esta festa, para nós, ficou por aqui, porque nós tivemos de nos vir embora, mas para o próximo ano vamos ficar até mais tarde. Adorámos, pelo que ficamos à espera da próxima festa.
Mariana Lourenço e Cátia Correia
(4.º B – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Amália, a voz de Portugal


A 23 de julho de 1920, nasceu a famosa Amália Rodrigues, uma cantora mundialmente conhecida que quisemos lembrar neste Dia Mundial da Voz.
Esta artista portuguesa foi considerada a Rainha do fado. Algumas das suas canções mais famosas são “Uma Casa Portuguesa”, “Casa da Mariquinhas” e “Barco Negro”, entre muitas outras que ainda hoje são conhecidas em todo o mundo. Em 1999, esta grande intérprete que era a voz e o rosto de Portugal morreu, tornando-se numa lenda da música portuguesa.

Inês Neves  e Tiago Monteiro
(EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Hoje é o Dia Mundial da Voz


O dia da voz é muito importante. Sem ela, nós não poderíamos comunicar uns com os outros, por isso é que este dia deve ser assinalado pelo menos uma vez por ano.
A nossa voz é constituída por cordas vocais. Se gritarmos muito alto, podemos ficar roucos ou sem voz. Hoje, Dia Mundial da Voz, estamos a relembrar algumas das vozes mais famosas de sempre.
Todos os dias é bom lembrarmos que devemos ter muitos cuidados com a voz: não gritar e não falar muito alto. Se ficarmos com dor de garganta ao longo de vários dias, temos de ir logo ao médico.
 Inoi Ferreira e Sandra Félix

(4.ºB – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

No Dia Mundial da Voz: Maria Callas,uma cantora lírica sem igual


Hoje é Dia Mundial da Voz e decidimos dar a conhecer três vozes que ficaram na História. A primeira é a de Maria Callas. O seu nome verdadeiro era Maria Cecilia Sophia Anna Kalogeropoulos e foi a maior cantora de ópera. Nasceu em 1923, nos Estados Unidos, mas os seus pais eram gregos. Deixou a América aos 14 anos e estreou-se em Roma onde foi recebida com muitas palmas. Maria Callas cantou nas principais salas de ópera de todo o mundo.
O encanto da voz de soprano e a sua tendência para a dramática ficaram bem marcadas nas suas interpretações em “Norma”, “Madame Butterfly” e “Aida”. Sempre alcançou grande êxito nos Estados Unidos. Morreu em 1977. A sua última atuação foi em Nova Iorque, em 1965.
Francisca Fernandes e Diogo Pereira
(4.º B – Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Viagem à Capital Europeia da Cultura: à descoberta de Guimarães


Guimarães é uma cidade portuguesa que fica no distrito de Braga. Em 2012, Guimarães é a capital europeia da cultura e uma das mais importantes cidades históricas do país, sendo o seu centro histórico considerado património cultural da humanidade. É definitivamente um dos maiores centros turísticos da região. No castelo de Guimarães, viveu o conde D. Henrique e a sua esposa D. Teresa. Em 1139, nasceu D. Afonso Henriques que um dia viria a ser o primeiro rei de Portugal. O marido de D. Teresa queria separar-se do Reino de Leão, mas não conseguiu. Mais tarde, o seu filho, D. Afonso Henriques, revoltou-se contra a própria mãe e acabou por derrotá-la, tornando-se no primeiro rei de Portugal.
Tiago Lopes e Rui Borges
(4.º B – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

domingo, 15 de abril de 2012

Alunos entrevistam escritor José António Franco


José António Franco fez as delícias das crianças com "O Melro Envergonhado"

No dia 23 de março, fomos ao Parque Municipal de Exposições conhecer e conversar com o escritor José António Franco.
A nossa turma, antes de o entrevistar, leu um livro da sua autoria intitulado “O Melro Envergonhado”. José António Franco, que além de escritor, também é poeta, conversou connosco e deu-nos umas folhas com poemas que ele próprio declamou.  
Nós preparámos umas perguntas e José António Franco respondeu a todas. Ficámos a saber que ele fez o seu primeiro livro quando era criança. Na altura, os protagonistas da sua história eram cowboys.
Ele é licenciado em filologia germânica, professor, poeta e ficcionista. Na Lousã, procurou sensibilizar os mais pequenos para o facto de a poesia não ser apenas rima.
Nós gostámos muito de conhecer José António Franco porque faz histórias muito giras e adorámos “O Melro Envergonhado”, uma vez que aprendemos os nomes de muitas espécies de aves. Em breve, publicaremos neste blogue uma entrevista em vídeo com este autor. Estejam atentos.
Inês Neves e Vítor Francisco
(3.º/4.º ano – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Lousanenses vão a França com o Rugby Club da Lousã


Michel Coll, à esquerda, entregou uma medalha 
a cada um dos jogadores do Rugby Club da Lousã (foto de Paulo Batista)

No dia 24 de março, enquanto jogador do Rugby Club Lousã, fui a Prades, uma localidade que fica no sul de França, perto de Espanha e Andorra, e que está geminada com a Lousã. Significa isto que as duas vilas têm, desde há muito, uma relação de amizade. Chegados ao parque de campismo de Prades, fomos escolher o número do bungalow, onde íamos ficar hospedados.
No dia seguinte, fomos treinar no campo de Prades e depois partimos à descoberta, para conhecer melhor o sítio. Terminámos o dia, regressando ao nosso bungalow para dormir.
Mal o sol despontou, fomos à praia nadar na água que estava gelada. Almoçámos na praia e mais tarde voltámos para o bungalow, onde nos equipámos para irmos jogar no campo de Prades. Terminados os nossos jogos, ainda vimos os sub14 e os sub16 a jogar.
Jogámos ainda uma partida de poker e depois fomos praticar minigolfe. Demos um passeio e, mais tarde, fomos jantar.
No dia seguinte, fomos todos para a neve, já que Prades fica em plenos Pirenéus. Eu fiz um boneco de neve e uma bola de neve enorme. Jantámos e, a seguir, fomos dar mais um passeio.
No outro dia, voltámos a jogar e também vimos os sub14 e os sub16 a defrontarem as equipas de Prades. Depois de mais um passeio, jantámos e, a seguir, Michel Coll, um velho amigo francês do Rugby Club da Lousã, entregou uma medalha a cada um de nós.
No dia seguinte, voltámos muito felizes para Portugal. Foram, sem dúvida, umas férias de Páscoa inesquecíveis.

Bruno Cancela e Hugo Priva
(4.º B – EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Uma visita a Aveiro, a "Veneza de Portugal"


Fui a Aveiro, terra dos cagaréus e dos moleiros. Antes de mais nada, visitei as Universidades e fiquei a saber dos vários cursos que é possível tirar. Depois, desloquei-me até ao farol de Aveiro que era muito alto e largo. A seguir, fui à Praia da Barra e lá vi um pescador que não pescou nada. Azar o dele. Também vi dois barcos a passar e um deles tinha gaivotas a sobrevoá-lo por causa do peixe que tinha acabado de ser pescado. De seguida, fui ao Fórum, que é um espaço comercial ao ar livre.
A cidade de Aveiro é conhecida por ser a “Veneza de Portugal”, por causa dos seus canais e dos seus barcos parecidos com gôndolas. Durante algum tempo, também foi chamada de “Nova Bragança”. Aveiro é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Aveiro, na Região Centro e pertence à sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 55 291 habitantes. O perímetro urbano é constituído pelas freguesias de Glória e Vera Cruz (a área original da cidade), estendendo-se ainda para Aradas, Cacias, Esgueiras, São Bernardo e Santa Joana.
Seguidamente, fui almoçar. Passado algum tempo, passámos por três jogos que estavam desenhados no chão: jogo da macaca, jogo do galo e jogo das damas. Andámos a pé até encontrarmos um jardim, onde o meu irmão e o meu pai tentaram apanhar uma pomba, mas, felizmente para ela, eles não lhe deitaram as mãos em cima..
Mais tarde, eu fui andar de barco durante quarenta e cinco minutos. Um senhor explicou-nos tudo sobre a cidade de Aveiro e fiquei a saber que, numa zona, havia fábricas. Pouco depois, passei por umas feiras.
A seguir, fui jantar e, terminada a refeição, fui andar com os irmãos nos carrosséis. Foi um dia fantástico.
 Inoi Ferreira e Sandra Félix
(4ºB-EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)