Em baixo, a casa-museu de Carlos Relvas (fotos de Cátia Sofia e Carlos Simões)
De
Um dia, um vampiro foi a casa da bruxa e ela abriu-lhe
a porta. O vampiro mordeu-lhe e ela desmaiou. Foi para o médico e quando
abriu os olhos viu que à sua volta estavam vampiros e ela disse:
- Eu não gosto de vampiros.
Foi mordida outra vez e morreu.
Toda a gente teve muita pena da bruxa
Carolina Santos e Diana Bastos
E.B. Freixo – 2.º ano
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No dia 12 de novembro, aconteceu a Feira da Castanha e do Mel no Parque Municipal de Exposições da Lousã, que este ano contou com a participação especial da RTP1. O programa “A Festa é Nossa”, apresentado por Júlio Isidro, foi transmitido em direto e mostrou o melhor da Lousã. Uma das auxiliares da Escola de Santa Rita, Francisca José, apareceu na televisão a cantar no Grupo Popular das Gândaras. Também o novo Presidente da Câmara Municipal, Luís Antunes, interveio, dizendo que a Lousã é um sítio excelente para se viver.
Chamo-me Siroco e sou o vento noroeste. Juntamente com os meus 7 irmãos, controlo o tempo em todo o mundo.Neste momento, estou a passar no deserto e chego a atingir velocidades de um furacão. Conheço muitos lugares, pois sou um vento bastante viajado.
Os camelos não gostam lá muito de mim porque provoco tempestades de areia que são muito incomodativas. No deserto da Sara, brinco com a areia e desenho mil e uma coisas. Certo dia, soprei tanto tanto que ajudei a desenterrar o esqueleto de um tiranossauro rex. Conheço a Grécia, o Egito, a Líbia e a Itália como a palma da minha mão. No Egito costumo dar beijos à Esfinge.
Na Itália adoro visitar o Coliseu de Roma. Na Líbia, eu fui vento de mudança e transformei uma ditadura numa democracia. Na Grécia, vi os primeiros jogos olímpicos e ajudei os atletas a saltarem mais longe e a correrem mais depressa.
Gosto de me passear pelo Mediterrâneo e de aquecer as suas águas. Nelas vejo muitas espécies de peixes, algas e corais.Adoro ser vento. É raro eu encontrar -me com os meus irmãos, mas quando nos juntamos, há muita confusão. Para o bem de todos, vou brincar sozinho.

No dia 17 de outubro, ajudámos famílias carenciadas. Cada um de nós trouxe um litro de leite e lemos um manifesto contra a fome e a falta de oportunidades. Esta ação decorreu no dia Internacional da Erradicação da Pobreza.
Todas as escolas e jardins de Infância do Agrupamento da Lousã contribuíram para esta causa, pelo que foram recolhidos mais de 550 pacotes de leite.
Ao fazermos isto, demonstrámos que somos solidários e que é possível mudar o mundo para melhor. Do manifesto que lemos é importante lembrar que mais de mil milhões de pessoas passam fome. Por outro lado, há duzentos milhões de homens e mulheres que não têm emprego.
Vêm aí tempos difíceis. Por isso vamos cooperar. Como é referido no texto que os meninos e meninas leram, “o mundo que queremos é possível!”. Lutemos por um mundo melhor.
4.º H (EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)



Este fim de semana foi emocionante, porque foi rico em acontecimentos. O Rui Borges foi ao Porto, com o pai, participar numa manifestação organizada pelos sindicados.De acordo com o estipulado no Projeto Curricular de Turma, as turmas do 3.º E e F, efetuaram, dia 13 de maio, uma visita de estudo ao Exploratório e ao Jardim Botânico.
Quando chegámos a Coimbra, parámos junto ao Exploratório e como ainda tínhamos muito tempo aproveitámos para apreciarmos o espaço agradável à beira do rio Mondego e também para nos deliciarmos com algumas brincadeiras e comermos o nosso lanche.
No exploratório tivemos a oportunidade de relembrar alguns dos conteúdos relacionados com o Estudo do Meio. Realizámos várias actividades e experiências que nos permitiram vivenciar e aprofundar os nossos conhecimentos: sentimos o pulsar do nosso coração; fizemos experiências com o ar, o som, a água e produzimos energia.
A seguir, fomos ao planetário onde aprendemos mais coisas sobre o espaço: as constelações, o movimento de rotação e translação da terra, a importância do sol, o nome de algumas estrelas e dos planetas do sistema solar.
Fomos almoçar ao Parque Verde onde brincámos e fizemos desporto. Depois de almoçarmos dirigimo-nos ao Jardim Botânico onde vimos várias espécies de árvores; umas autóctones e outras oriundas de diferentes partes do planeta, tais como: sequóia, criptomeria japónica, palmeiras, carvalhos, tílias e o eucalipto… Nós gostámos muito da “Alameda das Tílias” porque era agradável e calmo. Na estufa encontrámos o maior nenúfar do mundo, a Vitoria Cruziana originária da Amazónia. Estivemos junto da estátua de Avelar Brotero, especialista em botânica que dirigiu aquele espaço. Visitar o Jardim Botânico de Coimbra é como viajar pelo planeta, pois há plantas de todo o mundo.
3.ºE (EB1 de Santa Rita)
Ano lectivo 2010/2011
