
sábado, 9 de abril de 2011
Arte no Jardim de infância

Continuamos a Descobrir a Arte no Jardim de Infância. Desta vez conhecemos Gustav Klimt, pintor Austríaco, que nasceu em Baumgarten em 1862 e morreu em Viena no ano de 1918.
As árvores foram e são consideradas por muitos povos como fontes de sabedoria, e pela sua força e poder representam a vida eterna.
Amo as árvores e sempre quis transmitir aos “meus meninos” este sentir…
Uma das obras mais emblemáticas do artista plástico Klimt, é a Árvore da Vida também conhecida por Árvore do Conhecimento.
Apresentei às crianças a obra do pintor. Observamos o traço, a cor, as características e, utilizando acrílicos, lá continuamos nós a aprender que o pincel tem de pintar docemente e com muito cuidado no papel, e que, na paleta podemos muito devagarinho ir tirando um bocadinho de azul e um bocadinho de amarelo e descobrir que as cores se encontram para formar o verde, mas que depois temos de lavar o pincel e estar sempre a lavar e a secar para irmos experimentar as outras cores e é preciso muita paciência… Os artistas têm muita paciência. A arte transmite-nos esse saber ter paciência, ir de vagar à procura daquele traço que é preciso colocar aqui ou ali, daquela cor que combina melhor com aquela outra, e a pouco e pouco ir descobrindo as coisas, encontrar a harmonia, as aprendizagens são feitas assim!
As crianças dizem-me que pintar como os pintores é relaxante…
Que bom! É que de facto é relaxante e contém uma magia surpreendente, porque nos faz sentir bem e por outro lado, estamos todos a “aprender a ler” o silêncio do traço, do gesto, da cor, do movimento, a “aprender a ler” a mensagem da obra do pintor, podemos dar outros títulos à obra, ou criar uma poesia ou falar sobre outras Árvores, ver como são comparadas com os seres humanos… têm tronco para se manterem de pé como nós, têm raízes para se alimentarem, têm braços…e também podemos descobrir outras coisas…descobrir histórias que falem de árvores e há tantas! E ouviram, ouviram e gostaram de histórias como: “A Árvore Generosa”; “Humberto e a Macieira”; “A Árvore dos Abraços”; “A Árvore das folhas A4”.
Foi tudo isto que fizemos e quando completaram os seus trabalhos, com a colaboração das famílias a Árvore da Vida transformou-se em Árvore da Família.
É tudo a mesma coisa!
A arte na sua essência.
Maria Emília Taborda
(Educadora de Infância no Jardim das Levegadas)
quinta-feira, 31 de março de 2011
No 130.º aniversário do lousanense Álvaro Viana de Lemos
Prémio para a Escola EB1 com JI de Santa Rita
quinta-feira, 3 de março de 2011
De Matos: Um pintor abstrato
Em primeiro lugar, vimos todos os quadros e cada um de nós escolheu o seu preferido. A seguir, falámos sobre o que víamos nas telas pintadas por De Matos. Foi interessante verificar que aquilo que o artista imaginou era diferente, nalguns casos, do que nós tínhamos pensado. Por isso a pintura dele é abstrata. Aprendemos que existem pintores realistas (Carlos Reis, Leonardo da Vinci e Van Gogh) e pintores abstratos (Picasso e Miró).
Antes da partida, entrevistámos o artista e ficámos a saber que ele nasceu em 1942 e que em criança já pintava.
Gostámos imenso desta mostra e de ter conhecido o De Matos. Para conhecer melhor este artista, vejam um vídeo que em breve colocaremos no nosso blogue.
3.º F (EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Sua Alteza Sheikha Dr. Hind Al Qassimi visita Escola EB1 de Santa Rita
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O passado do meio local: visita à Biblioteca e à Câmara Municipal
O primeiro documento era uma cópia do Foral concedido por D. Afonso Henriques, no ano de 1151.
Também vimos o segundo Foral concedido por D. Sancho II e um outro renovado por D. Manuel I em 1513.
Como documentos únicos, foi-nos explicado que os mesmos deviam ser conservados e manuseados com o máximo cuidado e só tocados com o uso de luvas para não estragar as iluminuras e a própria impressão, que era feita com tinta e penas, em pele de animais.
A seguir fomos ao Salão Nobre da Câmara Municipal, onde estão expostas duas relíquias representativas do passado desta localidade: os quadros pintados por Carlos Reis e João Reis, seu filho.
O primeiro quadro retrata a lenda da Princesa Peralta e o seu pai Rei Arunce, indo a caminho do Castelo da Lousã, o local escolhido para proteger a sua filha da luta.
O outro quadro (tríptico) pintado por João Reis simboliza o modo de vida dos lousanenses: família, religião e trabalho.
O senhor Vítor, que nos proporcionou e orientou nesta visita, também nos chamou a atenção para um outro quadro exposto na parede do salão, onde estava representado o brasão da Lousã. Tivemos, mais uma vez, a oportunidade de aprender a sua simbologia: o fundo preto significa a terra e a honestidade; as espigas douradas representam a agricultura; faixa ondeada azul ladeada de cinzento significa as águas dos rios. Azul o principal rio, o Ceira, e a cinzento os seus afluentes; o rodízio dourado representa os engenhos de água corrente e a indústria do papel. A coroa mural representa a categoria dada à localidade: vila.
Esta visita proporcionou-nos a aquisição de novos conhecimentos sobre o passado da localidade onde vivemos. Esperamos voltar a ter vivências como esta para que possamos aprofundar as nossas aprendizagens.
3ºE (Escola EB1 de Santa Rita)
Visita à Biblioteca Municipal – Educação +
No dia vinte de Janeiro de 2011 tivemos um dia um pouco diferente do habitual, pois fizemos algumas actividades fora da escola.
Uma delas foi a participação na Exposição itinerante de Educação Financeira, que teve lugar na Biblioteca Municipal. Esta exposição teve como objectivo sensibilizar os alunos para as questões financeiras e contribuir para uma geração mais informada acerca de como gerir, futuramente, o seu dinheiro.
Nesta exposição ficámos a saber como é que as pessoas, antigamente, faziam para obterem produtos e bens de primeira necessidade, pois não existia ainda o dinheiro. Um senhor explicou-nos que as pessoas trocavam os produtos e serviços uns com os outros. Por exemplo quem tinha peixe (pescador) trocava por quem tinha carne (caçador). Para exemplificar como funcionava esta prática (comércio directo) jogámos um jogo de cartões representativos de vários produtos. Estes cartões foram, no final trocados por dinheiro e um talão de depósito.
Com este jogo ficámos a saber que a invenção do dinheiro veio facilitar as trocas comerciais.
Turma do 3.º E
(Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)
sábado, 12 de fevereiro de 2011
A "Canção da Lousã", por Ramiro Simões
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Luís Vaz de Camões, o maior poeta de todos os tempos

Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças aos olhos
Do meu coração
Luís Vaz Camões
Introdução
Foi proposto pela nossa professora Céu Antunes, a realização de um trabalho de pesquisa individual, baseado num dos temas lecionados nas aulas e relacionados com a área de Estudo do Meio. Decidi conhecer um pouco mais sobre a vida de Luís Vaz de Camões, por ter sido um poeta português tão ilustre, que se notabilizou na época esplendorosa da nossa História: os Descobrimentos e porque me despertou alguma curiosidade…
Desenvolvimento
Luís Vaz de Camões é considerado o maior poeta português. O seu livro “Os Lusíadas” falam sobre a viagem de descobrimentos do caminho para a Índia.Pensa-se que Luís Vaz de Camões nasceu ou em Lisboa ou em Coimbra, entre 1524 e 1525, pertencia a uma família rica. Em Coimbra, estudou humanidades: a nossa língua, Literatura e História.
Era um grande namoradeiro! Nenhuma rapariga escapava aos seus olhos.
Em 1549, partiu para Ceuta (África) em busca de aventura e juntou-se ao exército na luta contra os Mouros.
Foi durante uma grande batalha que perdeu o seu olho direito, por isso o vemos com uma pala, como os piratas.
No seu regresso a Portugal, houve uma tempestade. O barco onde viajava naufragou e a sua preocupação era o que tinha escrito, não queria que “Os Lusíadas “se molhassem.
Quando chegou a Portugal, o Rei D. Sebastião pediu-lhe para ler um poema.
Em 1572, D. Sebastião autoriza a publicação do seu livro.
Morre no hospital, a 10 de Junho de 1580, na miséria. Por coincidência, nesse mesmo ano, Portugal perde a sua autonomia política em favor da Espanha.
Em carta a Dom Francisco de Almeida, o poeta refere esse momento: "...acabarei a vida e verão todos que fui tão afeiçoado à minha pátria, que não me contentei em morrer nela, mas com ela."
Pensa-se que a sua campa era na Igreja de Santa Ana, mais tarde destruída pelo terramoto de 1775.
O túmulo onde se guardam as cinzas do Poeta está no Mosteiro dos Jerónimos (em Belém).
Em homenagem a este grande poeta podemos ver hoje nomes de largos, ruas, praças e estátuas.
Na cidade de Constância, a Associação Casa-Memória de Luís de Camões instalou um Jardim-Horto que se tornou o mais original e vivo monumento erguido no mundo a um poeta.
Conclusão
Pouco se sabe sobre a vida deste Homem, mas que ele foi uma pessoa muito importante na nossa história isso sabemos, falámos nas aulas.
Este poeta, foi uma das pessoas que mais elogiou as aventuras heróicas dos nossos antepassados, escreveu um livro tão importante como os “ Lusíadas”.
Assim, em homenagem a Luís Vaz de Camões, celebramos o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no dia 10 de Junho, dia da sua morte. Neste data relembramos os feitos passados do povo lusitano.
Gostei muito de ter feito este trabalho, foi divertido, pois aprendi mais algumas coisas sobre a vida de Luís Vaz de Camões e algumas histórias até engraçadas…! É bom aprender coisas novas…
Quero agradecer à minha mãe a ajuda que me deu a fazer este trabalho, a explicar-me com cuidado e preocupação para eu perceber como se deve começar e acabar um trabalho. Ela disse-me que ainda há muito mais coisas, mas que eu ainda sou pequena…! És a maior…OBRIGADA…
Turma E – 4ºano - Francisca Silva - nº5
(Escola EB1 da Lousã)
Bibliografia
História de Portugal, de Viriato e os Lusitanos a Camões - Editora Girassol
www.junior.te.pt/
lerpartilhando.blogspot.com
camoesconstancia.do.sapo.pt/
www.notapositiva.com
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Em busca da bola cristal de ouro
Era uma vez dois aventureiros que se chamavam Ricardo e Hugo. Um dia, foram à selva procurar o tesouro que todos os exploradores procuravam: a bola cristal de ouro.Então, antes de irem para o local, foram à Internet procurar um mapa da selva. E, logo depois de encontrarem o mapa, foram para o aeroporto.
Quando chegaram ao aeroporto, reservaram lugar e, passado uma hora sentados num sofá, o gerente disse que já podiam entrar no avião. Logo depois de ouvirem aquilo, entraram no avião.
Quando chegaram à selva, montaram as suas tendas e acenderam a fogueira. Quando a noite caiu, foram jantar. Depois de comerem a refeição, foram dormir.
No dia seguinte, logo que acordaram, foram tomar o pequeno almoço e, rapidamente, puseram as coisas dentro das mochilas. Antes de começarem a caminhar, olharam com mais atenção para o mapa. Tinham de andar por três lugares que tinham coisas medonhas. Começaram a caminhar até que chegaram à paragem: a gruta das vozes assustadoras. Como o Ricardo era o mais corajoso, foi à frente.
- Tu achas que isto é boa ideia? – Perguntou o Hugo ao Ricardo, já dentro da gruta.
- Hugo, se estás aqui é para explorar, não é? – Disse o Ricardo ao Hugo.
- É sim! – Respondeu o Hugo.
Prosseguiram a exploração até ao fim da gruta mas, de repente, começaram a ouvir vozes, sempre a dizerem:
- Se querem passar para fora da gruta, têm de resolver o enigma.
E, com ar de corajoso, o Hugo gritou:
- Qual enigma?!
- Este. – Exclamou a voz.
Foi então que caiu uma pedra gigante em cima do caminho.
- Como é que vamos passar? – Quis saber o Ricardo.
- Já sei! – Disse o Hugo – Ouves estes sons? É o enigma. Só tens de repetir os sons.
Então, repetiram todos os sons e a pedra saiu do caminho.
E começaram novamente a caminhar até chegarem à segunda paragem que era o buraco gigante.
- Como é que vamos atrevessar este buraco? – Perguntou o Hugo, coçando a cabeça.
- Não se preocupem. - Gritou um tigre que passava lá por perto – eu vou ajudar-vos.
Então, os dois aventureiros subiram para as costas do tigre e saltaram para a outra parte.
Os dois aventureiros agradeceram à fera e seguiram caminho, até chegarem à última paragem: o tronco das aranhas. No local, o que os dois exploradores viam parecia um sonho. A passagem estava coberta por uma teia de aranha e já se conseguia ver a bola de cristal do outro lado do tronco.
- E agora, Ricardo? – Perguntou o Hugo.
- Já sei! – Exclamou o Ricardo. – Estás a ver aqueles cascos, paus e folhas? Dá para fazer uma faca e com ela cortaremos a teia.
- Pois é. Vamos começar.
Então, começaram a recolher as coisas para fazer a faca. No entanto, não tinham cola para juntar as peças umas às outras. Foi então que, escondido num canto,o Hugo viu um pinheiro e teve uma ideia.
- Agora sou eu que tenho uma ideia. – Disse o Hugo – Está ali um pinheiro cheio de resina e é com resina que se faz a cola. Com ela, poderemos colar as coisas para fazermos a faca.
Logo a seguir, já com a faca pronta, cortaram a teia.
- Conseguimos! – Gritou a dupla, em coro.
Atravessaram o tronco e, com cuidado, pegaram na bola cristal de ouro e puseram-se a andar dali, antes que surgisse outro enigma.
Quando chegaram ao aeroporto, não foi preciso tirar bilhete e então foram diretos para o avião. Mesmo no segundo em que o avião ia descolar, o Hugo comentou:
- Esta aventura foi extraordinária, não achas?
- Até foi, apesar de ter sido um bocado assustadora. E assim termina esta aventura na selva.
Rafael Santos (texto) e Cátia Correia (desenho)
3.º F (EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O mundo dividido e o pincel mágico

Era uma vez um mundo dividido em quatro partes. Uma parte de ogres, outra de cantores, outra de fadas e, para finalizar, uma parte que pertencia aos feiticeiros. O rei dos cantores era o Ricardo, o rei dos ogres era o Tiago. No reino das fadas mandava o Vítor e no dos feiticeiros o Rui.
Os bons eram os ogres e os cantores. Os maus eram as fadas e os feiticeiros. Um dia, os feiticeiros partiram à procura de um pincel mágico que estava no outro lado do mundo, que era dos bons. Então o chefe e os seus companheiros procuraram várias pistas para lá chegar. Aos poucos, foram descobrindo indícios em garrafas que estavam espalhados por toda a parte. As fadas também ajudaram os feiticeiros a preparar uma armadilha para os ogres e os cantores ficarem presos num buraco. Desta maneira, os feiticeiros e as fadas podiam apoderar-se do pincel mágico sem ninguém os impedir.
A armadilha era um enorme buraco tapado por folhas.
– Eles vêm ai! – Gritou o feiticeiro.
O rei dos ogres e o cantor caíram na armadilha, mas o Ricardo, rei dos cantores, usou o grito plasma que levantou os dois no ar. A seguir, foram todos para um sítio onde havia uma gruta secreta, onde estava guardado e escondido o pincel mágico. O Ricardo apanhou-o e disse:
- Neste mundo dividido, voltaremos a ser amigos.
O pincel mágico desenhou tudo o que o rei Ricardo disse e tornou-se realidade.
As quatro partes, que durante tanto tempo tinham estado de costas viradas, viveram felizes para sempre e o mundo agora é um só, com todos os seus habitantes a celebraram a toda a hora o dia da união.
Diogo Gouveia e Inês Marques (3.º F)
sábado, 29 de janeiro de 2011
O ciclo da água

Sob a acção do calor do Sol, esta água no estado líquido passa ao estado gasoso. A este fenómeno chama-se evaporação.
O vapor de água sobe na atmosfera, porque o ar quente é mais leve e formam-se as nuvens. Levadas pelo vento, ao encontrar uma camada mais fria, a água contida nas nuvens, passa novamente ao estado líquido. É a condensação.
Quando o ar arrefece, as gotinhas apertam-se umas contra
as outras, formando gotas maiores e mais pesadas. Então, dá-se a precipitação na forma de chuva (água no estado líquido), neve ou granizo (água no estado sólido, devido a um arrefecimento).
Por acção do calor, a água contida na neve e no granizo volta ao estado líquido (fusão).
A água, que resulta da precipitação, vai encher os rios, os lagos, os mares…e uma parte dela infiltra-se no solo, dando origem aos lençóis de água e estes às nascentes.
Turma: 4º E
(Prof.ª Céu Antunes) - EB1 Lousã
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
A Bruxa Invejosa

Rui Borges e colegas do 3.º F
(Escola EB1 com JI de Santa Rita)
A cantora e o golfinho

Era uma vez uma cantora que tinha um golfinho. Ela gostava muito dele porque ele era o seu melhor amigo.
- Hoje vou ter um concerto na tua baía. - Disse a cantora para o golfinho.
- Boa! Vai ser divertido. Mais logo, encontramo-nos lá – respondeu o golfinho todo entusiasmado.
A cantora chamava-se Bela e cantava muito bem. Quando chegou à baía, começou a cantar, mas, de repente, ela esqueceu-se da letra e o público assobiou e atirou-lhe tomates para cima. Isto nunca tinha acontecido à Bela.
Foi então que um monstro saiu das águas e disse-lhe que tinha sido ele a lançar um feitiço para que a Bela se esquecesse da letra da canção.
O monstro explicou-lhe que, certo dia, ele tinha enviado uma carta de amor à Bela, mas, como ela não tinha respondido, ele ficou furibundo e, por isso, quis castigá-la.
A cantora estava triste porque o monstro tinha estragado o espetáculo. Por outro lado, o monstro estava a ser injusto com a Bela. Ele não tinha o direito de a prejudicar só por ela não ter respondido à carta dele.
Entretanto, a assistir a tudo, estava uma fada que não gostou da atitude do monstro. Saltou para cima do palco e explicou ao monstro que ele não devia fazer maldades como esta. O monstro percebeu que estava errado e prometeu que nunca mais voltava a incomodar a Bela. Logo a seguir, o espetáculo recomeçou, com todos a cantar e até o golfinho, acompanhado de muitos outros habitantes do mar, alforrecas, tubarões, polvos, entre outros, batia palmas.
A Eva tornou-se na cantora mais famosa de todos os tempos e viveu feliz para sempre.
Inoi Ferreira, Mariana Lourenço e colegas da turma do 3.º F
(Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O lobo e os 3 irmãos
Numa floresta, os 3 irmãos iam a passear e encontraram um relógio mágico. Os 3 irmãos chamavam-se Bruno, Ricardo e Rodrigo.
- Olha, está ali um lobo bebé. – Disse o Ricardo.
- Onde? – Perguntou o Bruno.
O irmão mais velho era o Rodrigo e tinha mais coragem e, por isso, pegou no lobo e o Bruno desejou que o lobo pudesse falar.
- Onde está a minha família? – Quis saber o lobo.
- Foi um caçador que levou a tua família – respondeu o Bruno.
Eles foram à procura da família do lobo e, ao fim de algumas horas, encontraram pegadas.
Seguiram viagem e, mais tarde, encontraram uma girafa.
- Onde vão? – Perguntou a girafa.
- Nós vamos à procura do caçador porque ele capturou lobos. – Disse o Bruno.
Seguiram sempre em frente e finalmente chegaram a casa do caçador e, enquanto ele estava a dormir, soltaram todos os lobos que ali estavam para serem mortos e lhes ser tirada a pele. Para que o caçador não fosse atrás deles, o Bruno, o Ricardo e o Rodrigo fecharam a porta a sete chaves.
A família do lobo viveu feliz para sempre.
Bruno Cancela e Rodrigo Carinhas
(3.º F) Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã
O Leopardo e o tocador de flauta

Era uma vez um leopardo viajante, forte, lindo e inteligente e um tocador de flauta mágica que tocava muito bem. Eram grandes amigos.
Depois de uma longa viagem pela selva, o leopardo finalmente chegou a casa do tocador de flauta. Este tocava ao mesmo tempo que dançava.
Certo dia, o tocador de flauta pegou no seu instrumento musical e no seu livro de músicas encantadas. Lembrou-se de tocar o “Hino da Alegria”, da autoria de Beethoven. Esta música punha todos os habitantes da floresta a dançar. Quando começou a tocar, distraiu-se, a folha do livro virou-se com o vento e em vez de tocar a música certa, tocou a música errada. Agora, era a “5.ª Sinfonia” que ele tocava e, quando a ouviam, os animais assustavam-se. O leopardo, ao perceber o que se estava a passar, correu logo a sete pés para junto do seu amigo e avisou-o.
Para que, naquela mata, mais ninguém se assustasse, o tocador de flauta decorou as músicas todas do livro e, desta maneira, nunca tocava as melodias que não eram alegres.
O leopardo e o tocador de flauta, juntos a cantar, a brincar e a sorrir, viveram felizes para sempre.
Tiago Lopes e colegas do 3.º F (Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
O cavaleiro e o dragão

Era uma vez um cavaleiro que vivia no planeta terra. Ele era muito inteligente e tinha um amigo dragão.
O dragão era muito divertido e o seu companheiro cavaleiro gostava de aventuras. Mas o que o dragão mais gostava de fazer era voar. Um dia ouviram falar de uma criatura fantástica chamada troll, muito mau, que tinha raptado a princesa Ana, do planeta Marte.
Os dois amigos foram até ao deserto e encontraram o troll mas com ele tinha um exército de homens de areia.
Os dois amigos lançaram água contra eles e os homens de areia desfizeram-se. Chegou então o momento da batalha final. O dragão lançou uma bola de fogo contra o troll mas ele fez voltar a bola. Foi então que o cavaleiro pegou na espada e fez com que a bola de fogo regressasse ao troll. O cavaleiro salvou a princesa e nunca mais se ouviu falar do troll. Quanto ao cavaleiro e à princesa, viveram felizes para sempre.
Lousã, 6 de janeiro de 2011
Tiago Nuno Ferraz Monteiro
(3.ºF - Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)
Guerreiros, ladrões e cozinheiros
Era uma vez uns guerreiros. Um chamava-se Chico e o outro Diogo. Rui e Bruno eram os ladrões. Os dois guerreiros eram exploradores e os ladrões, por sua vez, uns desastrados, que estavam sempre a roubar as jóias nos navios que atravessavam os mares.
Como sempre, o Rui e o Bruno iam no fundo do mar com o seu submarino. Mas, só às vezes, é que conseguiam vir à superfície do mar, isto porque eles eram muito desastrados.
Um dia, em pleno Oceano Pacífico, os quatro começaram a lutar. A batalha nunca mais terminava e a polícia marítima estava longe deles, no Oceano Atlântico. Como estava perto do Canal do Panamá, a polícia marítima atravessou-o e, ao fim de 81 quilómetros, chegou até ao local da batalha.
-Vocês, parem de lutar! - Disseram os polícias. Quando viram os polícias, todos desataram a correr mas dois dos polícias apanharam os dois ladrões com a ajuda dos dois guerreiros.
- Obrigado pela ajuda, guerreiros - disseram os polícias.
- De nada – respondeu o guerreiro.
- Em que prisão vão por os ladrões? - Perguntaram os dois guerreiros.
- Vamos pô-los numa prisão, onde vão ficar dois anos, para pensar naquilo que fizeram – esclareceram os polícias.
Ao fim de dois anos, o Bruno e o Rui saíram da cela e nunca mais voltaram a roubar. Procuraram um emprego e agora são cozinheiros no submarino que se transformou num restaurante que viaja pelos mares e oceanos de todo o mundo.
Lousã, 6 de Janeiro de 2011
Hugo Priva (3.º F)
Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã
A Rainha e o lobisomem

Lousã, 6 de Janeiro de 2011
Francisca Fernandes e Sandra Félix
Desenho de Francisca Fernandes
(3.º F) EB1 com JI de Santa Rita - Lousã
O Príncipe e o Feiticeiro

Era uma vez um príncipe que vivia num reino distante. Mesmo ao lado, vivia um feiticeiro mau que não gostava dele. O feiticeiro tentava toda a magia para fazer maldades ao príncipe, mas nada resultava.
O príncipe também era muito poderoso porque tinha o poder de cantar e quando ele cantava todos ficavam com dor de cabeça, por ele cantar muito alto.
Entretanto, o feiticeiro foi ler ao Livro das Poções como podia destruir o príncipe, mas, sem querer, distraiu-se com um rato que por ali passava e virou de página. E agora, vamos ver o que aconteceu:
Quando foram lutar para o campo de batalha, o príncipe cantou muito alto e o feiticeiro ficou com dor de cabeça.
O feiticeiro tinha uma arma secreta. Ele usou-a e aconteceu uma coisa engraçada: o feiticeiro transformou-se numa galinha. Isto aconteceu por causa do engano com o Livro das Poções.
O príncipe cantou muito alto e o feiticeiro galinha voou para um planeta distante. Ao fim de um ano a vaguear no espaço, o feiticeiro foi ter a outro planeta povoado de ogres. Não demorou muito até um ogre o comer ao jantar e, segundo soubemos, foi uma delícia.
Lousã, 6 de janeiro de 2011
Ricardo Maria
(3.º F – Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Exposição Saldo Positivo ensina a poupar
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Carlos Reis, o pintor que se apaixonou pela Lousã
No âmbito do passado local, estamos a estudar acontecimentos e figuras que marcaram a Lousã. Hoje, vamos conhecer Carlos Reis.quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Dia das Bruxas na EB1 de Levegadas
Para além da habitual exposição de abóboras iluminadas nos parapeitos da nossa escola, este ano, para festejar mais um Dia das Bruxas, elaborámos chapéus de bruxa/o com a ajuda da família. O concurso de chapéus foi um desafio que a professora lançou aos nossos encarregados de educação, um projecto que envolveu as famílias e, que mais uma vez, contou com o empenho e criatividade de quase todos.
Como podem verificar a escolha foi difícil e o júri não teve tarefa fácil! Quem conseguiu obter mais pontos foi o Miguel que trouxe um chapéu em forma de abóbora, todo forrado com tecidos, uma ideia genial e um trabalho fabuloso da sua mãe, Edite.
A professora disse que todos eram vencedores o importante foi o empenho dos alunos e pais, por isso, todos recebemos guloseimas, prémio simbólico de participação.
Muitos Parabéns a todas as famílias que se envolveram neste desafio!
A turma A da EB1 de Levegadas
sábado, 1 de janeiro de 2011
Aluno da EB1 com JI de Santa Rita premiado no concurso de desenho "O País do Natal"
Canção original "Lousã, Terra de Mel e de Castanha"
Já provaram os Ritinhos?
No dia 11 de Novembro de 2010, no âmbito da Festa de São Martinho promovida pelo Agrupamento de Escolas da Lousã, as crianças do J. I. de Santa Rita criaram uma receita de bolos de mel e noz aos quais deram o nome de Ritinhos.
Estes bolinhos foram confeccionados no Jardim de Infância, com a colaboração dos Encarregados de Educação com os respectivos ingredientes e a cozedura dos mesmos.
Foram reaproveitadas embalagens e decoradas pelas criânças. Os bolinhos foram vendidos na Festa de São Martinho na E.B. 2,3 da Lousã.
Os bolinhos ficaram uma delicia, mas a receita... é segredo.
Jardim de Infância de Santa Rita
Castigo de Sal
Integrado na obra “Lendas do Mar”, de José Jorge Letria Este rei tinha vários filhos, que brincavam na fortaleza do seu pai, no fundo do mar. A sua filha Água era bela e doce, mas muito irrequieta, rebelde e teimosa. Amuava, por tudo por nada, não respeitava as ordens do pai e queria aquilo que era dos seus irmãos.
Um dia, enquanto o Grande Deus dormia, a Água resolveu inundar a Terra, causando muitos estragos. Assim que o seu pai soube, ficou furioso e aplicou-lhe um castigo severo. Ela foi engolida por uns insectos azuis, com longas antenas. Quando lhe deram liberdade, a Água tornou-se salgada.
A partir dali, a Água corrigiu os seus maus comportamentos.
Resumo colectivo da autoria do 4ºE (EB1 Lousã)
Histórias, Bruxas e Bicharocos no JI das Levegadas

“Bruxas, Histórias e Bicharocos” foi um dos projectos desenvolvidos na última semana do mês de Outubro, e na primeira semana do mês de Novembro. Sempre na presença do nosso amigo Livro, e sendo a Bruxa uma das figuras preferidas das crianças, diariamente seleccionava histórias com Bruxas dentro. Saliente-se que há três anos consecutivos a Área do Faz de Conta é transformada em “Casa da Bruxa”, onde decorrem, entre outras actividades, “A Hora do Conto” e uma Exposição de Livros alusivos a este tema. As crianças aprenderam também algumas rimas, cantilenas e poemas quando tratamos o sub tema - “Bichos que as Bruxas gostam”, e que queremos aqui partilhar.
Jardim-de-Infância das Levegadas apresenta "A Bruxa Beatriz"
Alunos da EB1 de Santa Rita visitam exposição internacional de cartunes
O Gatafunho está de volta, mas só na Internet
O jornal Gatafunho está de volta, mas desta feita só na internet. Desta forma, iremos actualizar este espaço com mais frequência, colocando aqui textos, fotos, vídeos e desenhos produzidos pelos meninos e meninos do Agrupamento de Escolas da Lousã, que agora também inclui todos os alunos do Agrupamento de Escolas Álvaro Viana de Lemos, entretanto extinto. Fiquem pois atentos a esta página, uma vez que levaremos até vós tudo o que de mais importante vai acontecendo nos jardins-de-infância e escolas do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas da Lousã. Entretanto, aproveitamos também para dar a conhecer o novo logótipo do Gatafunho. Estejam atentos e visitem-nos todos os dias.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Quando a Monarquia acabou


O último rei de Portugal foi D. Manuel II, que fugiu para Inglaterra, onde acabou por morrer.
3.º F (EB1 de Santa Rita)


