
Rui Borges e colegas do 3.º F
(Escola EB1 com JI de Santa Rita)


Era uma vez uma cantora que tinha um golfinho. Ela gostava muito dele porque ele era o seu melhor amigo.
- Hoje vou ter um concerto na tua baía. - Disse a cantora para o golfinho.
- Boa! Vai ser divertido. Mais logo, encontramo-nos lá – respondeu o golfinho todo entusiasmado.
A cantora chamava-se Bela e cantava muito bem. Quando chegou à baía, começou a cantar, mas, de repente, ela esqueceu-se da letra e o público assobiou e atirou-lhe tomates para cima. Isto nunca tinha acontecido à Bela.
Foi então que um monstro saiu das águas e disse-lhe que tinha sido ele a lançar um feitiço para que a Bela se esquecesse da letra da canção.
O monstro explicou-lhe que, certo dia, ele tinha enviado uma carta de amor à Bela, mas, como ela não tinha respondido, ele ficou furibundo e, por isso, quis castigá-la.
A cantora estava triste porque o monstro tinha estragado o espetáculo. Por outro lado, o monstro estava a ser injusto com a Bela. Ele não tinha o direito de a prejudicar só por ela não ter respondido à carta dele.
Entretanto, a assistir a tudo, estava uma fada que não gostou da atitude do monstro. Saltou para cima do palco e explicou ao monstro que ele não devia fazer maldades como esta. O monstro percebeu que estava errado e prometeu que nunca mais voltava a incomodar a Bela. Logo a seguir, o espetáculo recomeçou, com todos a cantar e até o golfinho, acompanhado de muitos outros habitantes do mar, alforrecas, tubarões, polvos, entre outros, batia palmas.
A Eva tornou-se na cantora mais famosa de todos os tempos e viveu feliz para sempre.
Inoi Ferreira, Mariana Lourenço e colegas da turma do 3.º F
(Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
Numa floresta, os 3 irmãos iam a passear e encontraram um relógio mágico. Os 3 irmãos chamavam-se Bruno, Ricardo e Rodrigo.
- Olha, está ali um lobo bebé. – Disse o Ricardo.
- Onde? – Perguntou o Bruno.
O irmão mais velho era o Rodrigo e tinha mais coragem e, por isso, pegou no lobo e o Bruno desejou que o lobo pudesse falar.
- Onde está a minha família? – Quis saber o lobo.
- Foi um caçador que levou a tua família – respondeu o Bruno.
Eles foram à procura da família do lobo e, ao fim de algumas horas, encontraram pegadas.
Seguiram viagem e, mais tarde, encontraram uma girafa.
- Onde vão? – Perguntou a girafa.
- Nós vamos à procura do caçador porque ele capturou lobos. – Disse o Bruno.
Seguiram sempre em frente e finalmente chegaram a casa do caçador e, enquanto ele estava a dormir, soltaram todos os lobos que ali estavam para serem mortos e lhes ser tirada a pele. Para que o caçador não fosse atrás deles, o Bruno, o Ricardo e o Rodrigo fecharam a porta a sete chaves.
A família do lobo viveu feliz para sempre.
Bruno Cancela e Rodrigo Carinhas
(3.º F) Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã

Era uma vez um leopardo viajante, forte, lindo e inteligente e um tocador de flauta mágica que tocava muito bem. Eram grandes amigos.
Depois de uma longa viagem pela selva, o leopardo finalmente chegou a casa do tocador de flauta. Este tocava ao mesmo tempo que dançava.
Certo dia, o tocador de flauta pegou no seu instrumento musical e no seu livro de músicas encantadas. Lembrou-se de tocar o “Hino da Alegria”, da autoria de Beethoven. Esta música punha todos os habitantes da floresta a dançar. Quando começou a tocar, distraiu-se, a folha do livro virou-se com o vento e em vez de tocar a música certa, tocou a música errada. Agora, era a “5.ª Sinfonia” que ele tocava e, quando a ouviam, os animais assustavam-se. O leopardo, ao perceber o que se estava a passar, correu logo a sete pés para junto do seu amigo e avisou-o.
Para que, naquela mata, mais ninguém se assustasse, o tocador de flauta decorou as músicas todas do livro e, desta maneira, nunca tocava as melodias que não eram alegres.
O leopardo e o tocador de flauta, juntos a cantar, a brincar e a sorrir, viveram felizes para sempre.
Tiago Lopes e colegas do 3.º F (Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)

Era uma vez um cavaleiro que vivia no planeta terra. Ele era muito inteligente e tinha um amigo dragão.
O dragão era muito divertido e o seu companheiro cavaleiro gostava de aventuras. Mas o que o dragão mais gostava de fazer era voar. Um dia ouviram falar de uma criatura fantástica chamada troll, muito mau, que tinha raptado a princesa Ana, do planeta Marte.
Os dois amigos foram até ao deserto e encontraram o troll mas com ele tinha um exército de homens de areia.
Os dois amigos lançaram água contra eles e os homens de areia desfizeram-se. Chegou então o momento da batalha final. O dragão lançou uma bola de fogo contra o troll mas ele fez voltar a bola. Foi então que o cavaleiro pegou na espada e fez com que a bola de fogo regressasse ao troll. O cavaleiro salvou a princesa e nunca mais se ouviu falar do troll. Quanto ao cavaleiro e à princesa, viveram felizes para sempre.
Lousã, 6 de janeiro de 2011
Tiago Nuno Ferraz Monteiro
(3.ºF - Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã)
Era uma vez uns guerreiros. Um chamava-se Chico e o outro Diogo. Rui e Bruno eram os ladrões. Os dois guerreiros eram exploradores e os ladrões, por sua vez, uns desastrados, que estavam sempre a roubar as jóias nos navios que atravessavam os mares.
Como sempre, o Rui e o Bruno iam no fundo do mar com o seu submarino. Mas, só às vezes, é que conseguiam vir à superfície do mar, isto porque eles eram muito desastrados.
Um dia, em pleno Oceano Pacífico, os quatro começaram a lutar. A batalha nunca mais terminava e a polícia marítima estava longe deles, no Oceano Atlântico. Como estava perto do Canal do Panamá, a polícia marítima atravessou-o e, ao fim de 81 quilómetros, chegou até ao local da batalha.
-Vocês, parem de lutar! - Disseram os polícias. Quando viram os polícias, todos desataram a correr mas dois dos polícias apanharam os dois ladrões com a ajuda dos dois guerreiros.
- Obrigado pela ajuda, guerreiros - disseram os polícias.
- De nada – respondeu o guerreiro.
- Em que prisão vão por os ladrões? - Perguntaram os dois guerreiros.
- Vamos pô-los numa prisão, onde vão ficar dois anos, para pensar naquilo que fizeram – esclareceram os polícias.
Ao fim de dois anos, o Bruno e o Rui saíram da cela e nunca mais voltaram a roubar. Procuraram um emprego e agora são cozinheiros no submarino que se transformou num restaurante que viaja pelos mares e oceanos de todo o mundo.
Lousã, 6 de Janeiro de 2011
Hugo Priva (3.º F)
Escola EB1 com JI de Santa Rita - Lousã

Lousã, 6 de Janeiro de 2011
Francisca Fernandes e Sandra Félix
Desenho de Francisca Fernandes
(3.º F) EB1 com JI de Santa Rita - Lousã

Era uma vez um príncipe que vivia num reino distante. Mesmo ao lado, vivia um feiticeiro mau que não gostava dele. O feiticeiro tentava toda a magia para fazer maldades ao príncipe, mas nada resultava.
O príncipe também era muito poderoso porque tinha o poder de cantar e quando ele cantava todos ficavam com dor de cabeça, por ele cantar muito alto.
Entretanto, o feiticeiro foi ler ao Livro das Poções como podia destruir o príncipe, mas, sem querer, distraiu-se com um rato que por ali passava e virou de página. E agora, vamos ver o que aconteceu:
Quando foram lutar para o campo de batalha, o príncipe cantou muito alto e o feiticeiro ficou com dor de cabeça.
O feiticeiro tinha uma arma secreta. Ele usou-a e aconteceu uma coisa engraçada: o feiticeiro transformou-se numa galinha. Isto aconteceu por causa do engano com o Livro das Poções.
O príncipe cantou muito alto e o feiticeiro galinha voou para um planeta distante. Ao fim de um ano a vaguear no espaço, o feiticeiro foi ter a outro planeta povoado de ogres. Não demorou muito até um ogre o comer ao jantar e, segundo soubemos, foi uma delícia.
Lousã, 6 de janeiro de 2011
Ricardo Maria
(3.º F – Escola EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)
No âmbito do passado local, estamos a estudar acontecimentos e figuras que marcaram a Lousã. Hoje, vamos conhecer Carlos Reis.Para além da habitual exposição de abóboras iluminadas nos parapeitos da nossa escola, este ano, para festejar mais um Dia das Bruxas, elaborámos chapéus de bruxa/o com a ajuda da família. O concurso de chapéus foi um desafio que a professora lançou aos nossos encarregados de educação, um projecto que envolveu as famílias e, que mais uma vez, contou com o empenho e criatividade de quase todos.
Como podem verificar a escolha foi difícil e o júri não teve tarefa fácil! Quem conseguiu obter mais pontos foi o Miguel que trouxe um chapéu em forma de abóbora, todo forrado com tecidos, uma ideia genial e um trabalho fabuloso da sua mãe, Edite.
A professora disse que todos eram vencedores o importante foi o empenho dos alunos e pais, por isso, todos recebemos guloseimas, prémio simbólico de participação.
Muitos Parabéns a todas as famílias que se envolveram neste desafio!
A turma A da EB1 de Levegadas
No dia 11 de Novembro de 2010, no âmbito da Festa de São Martinho promovida pelo Agrupamento de Escolas da Lousã, as crianças do J. I. de Santa Rita criaram uma receita de bolos de mel e noz aos quais deram o nome de Ritinhos.
Estes bolinhos foram confeccionados no Jardim de Infância, com a colaboração dos Encarregados de Educação com os respectivos ingredientes e a cozedura dos mesmos.
Foram reaproveitadas embalagens e decoradas pelas criânças. Os bolinhos foram vendidos na Festa de São Martinho na E.B. 2,3 da Lousã.
Os bolinhos ficaram uma delicia, mas a receita... é segredo.
Jardim de Infância de Santa Rita
Integrado na obra “Lendas do Mar”, de José Jorge Letria Este rei tinha vários filhos, que brincavam na fortaleza do seu pai, no fundo do mar. A sua filha Água era bela e doce, mas muito irrequieta, rebelde e teimosa. Amuava, por tudo por nada, não respeitava as ordens do pai e queria aquilo que era dos seus irmãos.
Um dia, enquanto o Grande Deus dormia, a Água resolveu inundar a Terra, causando muitos estragos. Assim que o seu pai soube, ficou furioso e aplicou-lhe um castigo severo. Ela foi engolida por uns insectos azuis, com longas antenas. Quando lhe deram liberdade, a Água tornou-se salgada.
A partir dali, a Água corrigiu os seus maus comportamentos.
Resumo colectivo da autoria do 4ºE (EB1 Lousã)

“Bruxas, Histórias e Bicharocos” foi um dos projectos desenvolvidos na última semana do mês de Outubro, e na primeira semana do mês de Novembro. Sempre na presença do nosso amigo Livro, e sendo a Bruxa uma das figuras preferidas das crianças, diariamente seleccionava histórias com Bruxas dentro. Saliente-se que há três anos consecutivos a Área do Faz de Conta é transformada em “Casa da Bruxa”, onde decorrem, entre outras actividades, “A Hora do Conto” e uma Exposição de Livros alusivos a este tema. As crianças aprenderam também algumas rimas, cantilenas e poemas quando tratamos o sub tema - “Bichos que as Bruxas gostam”, e que queremos aqui partilhar.
O jornal Gatafunho está de volta, mas desta feita só na internet. Desta forma, iremos actualizar este espaço com mais frequência, colocando aqui textos, fotos, vídeos e desenhos produzidos pelos meninos e meninos do Agrupamento de Escolas da Lousã, que agora também inclui todos os alunos do Agrupamento de Escolas Álvaro Viana de Lemos, entretanto extinto. Fiquem pois atentos a esta página, uma vez que levaremos até vós tudo o que de mais importante vai acontecendo nos jardins-de-infância e escolas do 1.º Ciclo do Agrupamento de Escolas da Lousã. Entretanto, aproveitamos também para dar a conhecer o novo logótipo do Gatafunho. Estejam atentos e visitem-nos todos os dias.


Esta Exposição tem como principal objectivo promover nas famílias o conhecimento dos trabalhos realizados no âmbito dos projectos desenvolvidos durante este ano lectivo.
Desta Exposição fazem parte trabalhos colectivos realizados em grupo, com pares tutores ou com a família. Os Projectos de Intercâmbio com a família (Livro em Branco /Boneca de Trapos /Jornalito/Leitura partilhada) foram expostos para que as famílias partilhem entre si o que cada uma fez.
Nesta Exposição podem ser observadas as nossas visitas na Comunidade, o Intercâmbio com o J.I. / Escola e a Participação da família nas actividades do Jardim de Infância.
Nas nossas “Viagens ao Mundo da Fantasia” (visitas à biblioteca) construímos e recontámos histórias cheias de imaginação que agora expomos.
Alguns Projectos também podem ser observados através de símbolos que marcaram este ano lectivo... o Dragão, a Princesa, o Castelo, que fazem parte do projecto “Um Livro com Asas” e que proporcionaram momentos mágicos neste grupo.
A Educadora de Infância
Luísa Simões
Está aí o n.º 17 do Gatafunho, a publicação do Agrupamento de Escolas Álvaro Viana de Lemos. São 24 páginas, ao longo das quais há notícias, passatempos, desenhos, um conto e duas canções. Não percam ainda as sugestões de leitura e fiquem a conhecer o escritor David Machado e o ilustrador Rui Castro que se deslocaram à Lousã. Para terminar, saibam como foi a exposição "A Criança à descoberta da Arte" e conheçam as duas meninas do nosso Agrupamento que foram premiadas no concurso de desenho alusivo ao Dia Mundial da Criança. E por este ano lectivo é tudo. Em Setembro, voltamos com toda a energia... mas só depois de termos gozado férias!

Num livro havia um escudeiro que estava sempre na galhofa.
Ele era o ajudante do Cavaleiro Merciboucu conhecido pelo nome de Escudeiro Valentim Valente.
Quando acompanhava o Cavaleiro Merciboucu, o escudeiro andava sempre ao pé-coxinho.
Para o Cavaleiro Merciboucu, era um grande desgosto, pois demorava o quádruplo do tempo para chegar às batalhas e lutar contra os mouros.
Certo dia, quando chegaram ao local da batalha, os mouros, fartos de esperar, já tinham arrumado as suas espadas e escudos.
- Então, isso são horas de chegar? – Perguntou um mouro.
- Desculpem-me, mas a culpa é do meu escudeiro.
Mais batalhas houve e o cavaleiro Merciboucu nunca chegava a tempo e horas. Os mouros juntaram-se à porta do castelo do cavaleiro Merciboucu e disseram:
- Basta! Assim não dá. Vamos para outro reino fazer a guerra!
E foi assim que a paz voltou àquele reino. Pouco tempo depois, o cavaleiro Merciboucu e o escudeiro Valentim Valente cansaram-se de viver numa monarquia e foram para uma república.
Cada um arranjou uma mulher e agora vivem felizes na República do Pé- Coxinho.
Nós que ouvimos esta história também fomos transportados para dentro dela.
2.º E (EB1 com JI de Santa Rita – Lousã)